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 GRÃ- BRETANHA

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MensagemAssunto: Re: GRÃ- BRETANHA   GRÃ- BRETANHA - Página 2 EmptySex 20 Dez 2013 - 9:35

As chamas consumiam o casarão, enquanto os bombeiros tentavam apagar o fogo uma multidão se aglomerava em volta para ver o espetáculo, labaredas de chamas dançavam na noite, o céu escuro estava sendo tocado pelo brilho laranja e vermelho do fogo.

O vulto deixara L sozinho, enquanto o mesmo notará a fumaça e se direcionava ate o local para saber o que havia acontecido, não muito longe dali, uma jovem se via perseguida por um ser noturno, uma jovem de cabelos vermelhos a seguia, mais a jovem não era ingênua e sabia como escapar das garras dos mais curiosos que tentavam segui-la.

A jovem de cabelos vermelhos como o fogo que transformava em cinza, tijolo, madeira e concreto da casa se viu entretida com um outro passa tempo, um vulto negro, saltando os telhados chamou sua atenção o sorriso retornou a sua fase enquanto o seguia.

Mais o vulto era irreconhecível, se fosse um vampiro,lobisomem ou humano era difícil saber, pois tudo nele estava mascarado, o sorriso da jovem mudou ao se aproximar mais daquele que se misturava as sombras da noite, parou hesitante enquanto o vulto ficava de costas sem se mover, a jovem perguntara que era o indivíduo e o cheiro que sentia a fez franzir a narina mesmo que não fosse necessário respirar.

Mais como as poucas coisas que o mundo humano oferecia era os mais diversos aromas, e este mesmo sentido a traiu fazendo os pulmões inflarem com o cheiro repugnante de quem quer que fosse aquele ser.

Sobre todos os olhares cotidianos e suas preocupações, olhos observavam a movimentação em todas as direções, a fumaça do incêndio havia trazido formas fantasmagóricas ao céu, retirando aquela tranquilidade por um cheiro forte de queimado.

O vulto se virou para a jovem de cabelos vermelhos, seus lábios se revelaram sobre a fraca luz dos post, um sorriso se formou para ela.

– Quem sou? Hum... Muitos andam me perguntando isso. Mais não precisam se preocupar no momento certo todos saberão por hora se contente com um titulo... Pode me chamar de “sombra”, pois e assim que sou. Sobre meu cheiro bem e mais um dos mistérios que guardarei para o próximo encontro.

O corpo do vulto era firme, mesmo que nada mais que seu sorriso se mostrava a fraca luz, enquanto pessoas passavam por eles sem notarem a atmosfera que eles proporcionavam.

– E você quem seria? Pois o que é, eu já sei...
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MensagemAssunto: Re: GRÃ- BRETANHA   GRÃ- BRETANHA - Página 2 EmptyDom 22 Dez 2013 - 23:13

– Quem sou? Hum... Muitos andam me perguntando isso. Mais não precisam se preocupar no momento certo todos saberão por hora se contente com um titulo... Pode me chamar de “sombra”, pois e assim que sou. Sobre meu cheiro bem e mais um dos mistérios que guardarei para o próximo encontro.


Ao ouvir essas palavras, notei um sorriso em meu convidado que dava a impressão de superioridade..

Então o misterioso "sombra" continuou:

– E você quem seria? Pois o que é, eu já sei...

Um sorriso irônico se formou em meu rosto e falei:

- Hã, o fato de ser tão misterioso me intriga, mas o seu cheiro não permite uma conversa confortável, ao menos para mim.. 

Falei essas palavras e me afastei alguns passos para trás, e continuei:

- Pois bem, como você se "apresentou" farei o mesmo, por cortesia, sou Ann da família Rockenbach, acredito que nunca tenha ouvido falar dela, não é mesmo?

Perguntei com esperança de obter alguma informação dele..

A fumaça do incêndio começava a desaparecer e o barulho ao redor diminuir, o clima do encontro estava muito pesado. Estava tão concentrada em seu convidado que não notava mais os arredores, e emendei outra pergunta:

- Diga-me, estou curiosa, qual o motivo de estar me seguindo, o que quer comigo?

Ao perguntar, me encostei na parede próxima, cruzei os braços e o encarei com uma expressão séria e fria, disfarçando meu interesse..
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MensagemAssunto: Re: GRÃ- BRETANHA   GRÃ- BRETANHA - Página 2 EmptySeg 23 Dez 2013 - 19:35

 Finalmente Lawliet conseguira chegara ao local, o fogo já estava sendo contido  e os moradores começavam a dispersar, apesar de ainda existirem os mais amedrontados por assim dizer, gritavam desesperados, mas porque tudo isso agora? Porque justamente naquele momento a casa pegara fogo?Aquilo não era uma coincidência.
 
— Esta na hora de brincar de pique esconde. — Sorriu L, tudo era tão óbvio, provavelmente aquela sombra deve ter alguma coisa a ver com tudo que aconteceu, isso significaria que ele não esta sozinho? 

 Olhando para todas as direções estava procurando por alguma pista ou sinal que o levasse ao suspeito, mas nada fora do normal, apenas uma mulher se afastando da multidão completamente despreocupada, sua postura não era de uma pessoa comum, haviam características que poderiam ser percebidas apenas com um olhar.

“— Poderia ela ser uma caçadora? Ou pior mais um vampiro?”

Aquela cidade parecia estar tomada por seres sobrenaturais, era incrível que a população não havia percebido isso ainda, se voltando para realidade Lawliet pensou consigo mesmo.

“— Não posso ficar perdendo tempo pensando nisso!”


Retornando seu foco para as chamas que estavam sendo pouco a pouco apagadas com a ajuda do corpo de bombeiros, decidiu segui-la apenas para confirmar suas suspeitas, a noite parecia não ter fim, repleta de eventos inesperados um atrás do outro.R

Notou ela acompanhar a uma distancia um jovem que desapareceu em uma ruela, a jovem de cabelos vermelhos, se viu parada por um tempo, ate seus olhos capturarem algo se movendo nos telhados L, também percebera, era o mesmo vulto que ele havia encontrado, ela começou a segui-lo.

Lawliet a seguiu a uma distancia segura, a poucos metros eles pararam, se escondendo em um beco L começou escutar a conversa dos dois.


"— Quem e essa sombra?”

Em sua mente perguntas não paravam de se formar, procurando uma forma  de descobrir quem era aquela pessoa que debochara dele antes, seria amigo ou inimigo?  Isso não importava mais, o que era necessário saber era quem era ele e o que ele sabia sobre o seu mestre, não podia deixar ele escapar, aquilo era o mais próximo que chegara de descobrir alguma coisa  sobre Sven.

Tanto tempo de procura agora poderia ser recompensado se descobri-se  uma forma de arrancar informações  da figura misteriosa.  o local aonde se escondia era sujo e mal cheiroso,a pouca  iluminado permitia que ladrões se escondessem com facilidade,não seria seguro pra ninguém entrar naquele lugar. 

Tentava escutar a conversava com para descobrir quem era aquele vulto, mas não estava dando certo, arriscando uma aposta perigosa, saiu de onde estava e caminhou ate eles com um sorriso confiante nos lábios, seus passos eram lentos, a possibilidade de ser morto se os dois fossem vampiros eram enormes, mas não poderia esperar chegar tão longe para se esconde.

Se o seu mestre estivesse em perigo ele precisava saber, tinha que descobrir o que havia acontecido e apenas aquela sombra parecia ter alguma coisa útil a ser dita, as palavras estranhas ditas por ele antes de desaparecer poderia ser um alerta, de que algo ainda mais perigoso estava se aproximando, ou apenas estava debochando da minha cara, mas qualquer que seja a afirmação correta não deixaria ele escapar.

A jovem estava de costas para L, ela não se virou permaneceu imóvel encarando o vulto.

— Desculpe interromper a reunião, mas tenho perguntas para aquele vulto ali, se incomoda de participar da conversa?
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MensagemAssunto: Re: GRÃ- BRETANHA   GRÃ- BRETANHA - Página 2 EmptySeg 23 Dez 2013 - 21:25

Citação :
Grã Bretanha

Após algumas horas de estrada Sven finalmente chegará a Grã Bretanha. Não estava cansado, bebeu alguns saquinhos de sangue pelo caminho. Faltam ainda algumas horas para os primeiros raios do dia. - Preciso reabastecer meu estoque de sangue. - O caçador possui um fornecedor na cidade. Antes de iniciar cada viagem ele realiza a encomenda com o fornecedor.

Esse fornecedor não é credenciado na Organização. Eu o encontrei em uma missão a anos atrás. O sangue fornecido por ele é de primeira qualidade, com um só saquinho me sinto cem porcento. - Pensa Sven enquanto dirigi por umas das ruas principais da Grã Bretanha. Escuta ainda longe o som de sirenes, bombeiros. - Algum acidente.

O caçador não precisou nem sair de seu carro. Uma rua de pouco movimento foi o local combinado por ele para encontrar com o fornecedor. Todo o processo foi rápido, em uma velocidade que só vampiros possuem. Teve até prova de gota de sangue para atestar a qualidade. - Muito bom, tome o seu dinheiro. Entro em contato a qualquer hora.

De volta a rua principal mais a frente Sven descobriu o porque das sirenes do bombeiro. Na rua ao lado foi possível notar a claridade causada por um grande incêndio em um casarão. - Um incêndio de grandes proporções. - Mais próximo da rua do casarão o caçador visualiza de dentro seu carro na calçada três figuras.

-Huumm. - Sven encosta o carro próximo ao meio fio. Desliga o motor, ainda longe observa as figuras, parece que conversam. O caçador vampiro observa com atenção, logo percebe que duas das figuras não são humanos. A terceira figura sim, um humano que Sven logo reconheceu. É seu ex-aprendiz, Lawliet. - Lawliet, será que ele sabe o perigo que aquelas duas figuras representam?

Seu ex-aprendiz não se encontra em uma boa posição. Sven pensa em ir até Lawliet, mas desisti, ainda não chegou o momento de se encontrarem, confia que Lawliet está a par da situação que o cerca. Sven está intrigado com umas das figuras não humanas. - Essa figura é perigosa. Mas acho que sei quem é.

O fogo não chama a atenção do caçador. O que roubo sua atenção foi aquele encontro. Decidi ficar por mais alguns minutos parado ali, por trás da películas escuras de seu carro observando a situação. Sven é um caçador, uma das figuras é com certeza um vampiro, mas ele não irá atacar. Não está em uma missão.

Não poderá ficar ali por muito tempo, precisa encontrar seu contato da Organização na cidade. Sven ainda precisa receber um sms informando o local que deve encontrar o contato.
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MensagemAssunto: Re: GRÃ- BRETANHA   GRÃ- BRETANHA - Página 2 EmptyTer 24 Dez 2013 - 2:26

    Rhiannon dormiu por algumas horas, mas acordou ao ter mais um sonho, todas as noites era um diferente, essa noite foi a vez da ruiva e o vulto.
   Ela andava por um beco escuro, quando ouviu um estralo atrás de si, olhou para trás, mas não viu nada quando se virou novamente, o vulto estava lá, a garota deu um pulo de susto e no mesmo estante a criatura segurou seu pescoço com uma mão, com tanta força que não conseguia respirar, entrou em desespero, lutava para se soltar e ao olhar além do seu agressor sem rosto avistou uma cabeleireira ruiva que se encontrava a alguns metros, tentou pedi ajuda, mas a voz não saia quando começou a perder a consciência foi jogada e pressionada contra a parede, sentiu uma dor aguda no pescoço e algo molhado percorrer sua pele. 
   Acordou transtornada, esfregou os olhos e depois colocou a mão sobre o pescoço ao lembrar que já foi mordida uma vez. Respirando fundo, levantou-se foi até o banheiro, onde pegou uma cartela de comprimidos no armário, ficou olhando-os. Eram calmantes.
  - Não posso ficar tomando isso e foi apenas um sonho – disse para si mesma.
  Largou o remédio na pia, estava inquieta, queria ar fresco, mas sabia que sair àquela hora da madrugada era loucura.  Então de pijama dirigiu se até escada que dava acesso ao andar de baixo e se sentou em um dos degraus, ficou olhando para a entrada da pensão a sua frente como se estivesse a espera de alguém que acabaria com a sua solidão. 
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Ashiya Mizuki
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MensagemAssunto: Re: GRÃ- BRETANHA   GRÃ- BRETANHA - Página 2 EmptyQui 26 Dez 2013 - 15:18

Depois de anos Andrija já não se importava com a agitação da cidade; com a grande poluição sonora. Bares com sons altos, feiras à noite com vendedores que gritavam meio que desesperados para venderem suas mercadorias, motoristas que buzinavam por bobagens...

Ter a cidade sempre em constante movimento era bom. A modernidade de certa forma facilitava não só o dia-a-dia dos humanos, como também facilitava a noite na qual ela, precisava se movimentar sem ser incomodada com muita frequência.

Tinha chegado a cidade e sabia exatamente onde iria, mas antes de saltar do prédio onde estava avistou fumaça ao longe e sons de carros de bombeiros... Nada lhe parecia tão fora do normal com relação a isso. E saltou do prédio com uma certa elegância e ao chegar ao solo ajeitou seu bleizer. Tinha um endereço em mente, o endereço de sua família: a família Nightray.

Caminhou atentamente em direção ao endereço em sua mente, sem se preocupar com nada à sua volta, até que passou por uma rua e sentiu um cheiro forte de sangue a duas quadras. Um sangue que lhe pareceu ser conhecido e parou de instantâneo:

― Este sangue... ― Parou pensando,

Olha a sua volta, mas não acha ninguém que poderia ter este cheiro. Observou mais atentamente com mais intensidade no olhar e do nada o cheiro do suposto sangue desapareceu.

― Era um sangue puro? Mas...

Um pedestre passa nesse instante esbarrando em Andrija que resmunga algo para ela, por estar atrapalhando. Por conta disso ela se distrai e quando volta sua atenção novamente para o cheiro de sangue que lhe parecia conhecido; ele havia sumido totalmente.

"― Que estranho..."

Apesar do ocorrido desistiu de ficar pensando sobre aquilo e segue seu destino.

Apos alguns poucos minutos de caminhada chega ao local, nota o quanto nada mudou na mansão dos Nightray. A obscuridade se mantinha, mas só era percebida por quem conhecia muito bem aquele lugar, pois no geral para qualquer mortal a mansão não passava de uma bela mansão encantadora. Portões de ferro prateado, flores por todo o caminho até a entrada da mansão. Assustadoramente fascinante.

Apesar dos anos e da guerra entre as familias, não significava perda dos patrimônios. Antigas propriedades da familia, poucas, mas ainda existiam e eram mantidas e conservadas por antigos serviçais. Pessoas que cuidavam dessas propriedades com grande devoção, passando este fardo de geração após geração. E era algo bastante intrigante para Andrija, pois os serviços deles eram passados de pai para filho; de mãe para filha. Jamais existiram novos empregados que não fosse da descendência deles. E o fato deles nunca se surpreenderem com sua presença no local e a questão de eles não se incomodarem por ela ter sempre aparência jovem, a fazia sempre voltar para aquele lugar.

O silêncio daqueles empregados a deixava muito irritada às vezes, pois sabia que eles sabiam de muitos segredos da família, mas não a contavam. E se eles mantinham a mansão, então é claro que deveria haver mais membros da casa dos Nightray.


"― Mas porque até hoje nunca os encontrei depois da guerra? E meu irmão, onde estaria? "

Nesse instante seu pensamento foi interrompido com a abertura automática do grande portão da mansão.
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MensagemAssunto: Re: GRÃ- BRETANHA   GRÃ- BRETANHA - Página 2 EmptySeg 30 Dez 2013 - 13:14

Uma noite muito agitada na Grã Bretanha, as chamas de um incêndio que não parecia ser um acidente começava a perder sua força, o cheiro de cinzas preenchiam o ar, localizar ou identificar alguém pelo olfato não era mais uma tarefa tão fácil.

A jovem de cabelos vermelhos encarou a “sombra” que permanecia imóvel diante de sua presença, ela tocará sobre o cheiro daquele ser misterioso, mais será que de fato ela estava sentido seu cheiro? Ou apenas uma mistura.

Após se afastar a jovem se apresenta, revelando nome e sobrenome a um desconhecido, de fato os vampiros possuíam uma grande confiança, afinal um nome pode dizer muito, revelar mais ainda e de causar ate mesmo a morte. O vulto permaneceu imóvel, ate o manto que o cobria se mexer enquanto o mesmo se curvava levemente para a bela vampira.

― Então e a senhorita Rockenbach... Pensei que estava morta, difícil imaginar que esteja viva. Ainda mais sendo uma vampira, creio que seus ancestrais devam repudia-la por ser o que hoje não e mesmo?

Falou retornando a sua postura, firme e ereta, mas suas palavras logo foram rebatidas por mais palavras, mas desta vez pela mulher dos cabelos de fogo.

― Diga-me, estou curiosa qual o motivo de estar me seguindo, o que quer comigo?

O rosto  da jovem parecia serio, apesar de seu ar superior, se encostou na parede, cruzando seus braços, novamente um sorriso se revelou sobre aquele grosso tecido que escondida quase toda a face daquele a sua frente.

― Não seja presunçosa! Acha que estou lhe seguindo... Acho que você que veio atrás de mim é não o contrario, não é mesmo? Apesar de conhecer sua família, não tenho interesse em uma renegada, pelo menos não por enquanto.

Enquanto dizia isso, havia notado um vulto tentando se ocultar, tolo se acreditava que estava escondido tinha muito que aprender, Sven deveria ter abandonado ele por isso, o vulto podia sentir o cheiro humano dele até sobre a fumaça, afinal o tolo estava contra o vento, mesmo sem isso poderia tê-lo ouvido, um caçador experiente também o teria.

Saber se ele era louco ou apenas idiota era uma pergunta a se pensar, pois o imprudente apenas saiu das sombras que sequer o ocultava e se aproximou do vulto e da jovem de pele clara que estava escorada na parede.

― Ingênuo! Você de fato me surpreende moleque... Não sei se quer bancar o corajoso ou morrer como um idiota, bem qualquer que seja a escolha não caberá a mim decidir,  o que tinha para dizer já foi dito.

Dando as costas aos dois sem se importar se a jovem iria atrás dele, disparou para ruas e vielas, ele parecia conhecer bem todo o lugar não iria ser fácil encontra-lo a menos que ele permitisse isso.
Enquanto corria percebeu um carro parado, ele sabia quem se encontrava ali mais não se deteu seguiu seu caminho desaparecendo, o sol logo iria nascer deixando para trás os indivíduos desapareceu na cidade como uma nuvem se dissipando no céu.

Outras peças se moviam em outros cantos daquela cidade, mesmo sem saberem estavam fazendo os movimentos que seriam a chave para quebrar ou unificar uma lenda, uma profecia ou uma catástrofe, chame como quiser, mais a verdade era que algo grande estava chegando.

O celular de Sven vibrou em seu bolso... Era uma mensagem de seu contato.
“Bem vindo a Grã Bretanha. Gostou do que viu hoje? Bem vamos nos encontrar amanha as 8:00hrs no restaurante próximo ao hotel onde estará hospedado, você já tem as coordenadas, ao chegar me espere, você não me acha eu acho você!”


Última edição por WELL em Sex 3 Jan 2014 - 15:41, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: GRÃ- BRETANHA   GRÃ- BRETANHA - Página 2 EmptyQui 2 Jan 2014 - 22:32

A curiosidade me preenchia, e a estranha sensação que aquele "sombra" me passava só contribuía para que minha curiosidade e atenção fossem todas direcionadas para aquela conversa, sua resposta anterior não havia satisfeito meu interesse e seu jeito não revelava nada que servisse como pista, ele fez uma pequena reverencia e falou:

― Então e a senhorita Rockenbach... Pensei que estava morta, difícil imaginar que esteja viva. Ainda mais sendo uma vampira, creio que seus ancestrais devam repudia-la por ser o que hoje não e mesmo?

 Perdi a calma por dentro, a esperança e a raiva cresciam dentro de mim, não gostei em nada do jeito como ela se referia, mas esse foi a primeira vez que alguém nessa cidade que conhecia não só o nome de minha família como também o fato de meu desaparecimento.. Quanto meus ancestrais..

 Fui levada momentaneamente para o passado, já havia conhecido vários de meus ancestrais, todos vindos de minha amada irmã mais nova, o grande mistério de meu desparecimento havia se tornado um famosa história de minha família, através deles, fiquei sabendo de alguns fatos do que havia acontecido, mas nada que pudesse esclarecer minha mente, me livrar da culpa desta terrível maldição..

 Após isso tive que me escorar na parede ao meu lado buscando um apoio, para manter a minha imagem, lhe fiz mais uma pergunta disfarçando meu interesse no outro assunto, e ouvi uma resposta que me tirou do sério:

― Não seja presunçosa! Acha que estou lhe seguindo... Acho que você que veio atrás de mim é não o contrario, não é mesmo? Apesar de conhecer sua família, não tenho interesse em uma renegada, pelo menos não por enquanto.


 Estava a ponto de explodir, serrava minhas mãos com tanta força que um pequeno fio de sangue escorria entre meus dedos, meus olhos já não possuíam a mesma cor, minhas presas  estavam a ponto de se revelar. Se esse sujeito não quer me dizer o que eu quero saber terei de partir para algo que não me agrada muito. Isso me passava pela cabeça quando o "sombra" falou mais uma vez:

― Ingênuo! Você de fato me surpreende moleque... Não sei se quer bancar o corajoso ou morrer como um idiota, bem qualquer que seja a escolha não caberá a mim decidir,  o que tinha para dizer já foi dito.

 Me virei, e com grande surpresa o homem que havia visto mais cedo estava ali. Mais como, como não notei sua presença ali? Estava não focada naquele sujeito, sua busca tão desesperada por respostas a havia deixado em uma situação potenciosamente perigosa, poderia ter morrido com tanta facilidade, seria a morte naquele instante tão triste, finalmente encontrara alguém que pudesse lhe pudesse proporcionar a indulgência a seu pecado e morrer ali sem suas respostas não era uma opção.

 O "sombra", após dizer aquelas palavras se virou e se catapultou para cima do prédio ao lado, me virei rapidamente e falei:

- Espere! Ainda não terminei de falar com você, volte!!

 Pulei para o topo do prédio e fiz uma menção de segui-lo, mas ao chegar lá, notei que aquele homem não era o único que estava atento no que acontecia naquela ruela, haviam outros, mas eles não me interessavam. O céu também já apresentava uma grande mudança, conferi meu relógio de bolço para confirmar minhas suspeitas.

- Droga, não tenho tempo, só faltam alguns minutos para o nascer do sol..

  Desapontada, encarei a direção que o misterioso tomou e me lancei em direção a minha moradia. Olhei uma última vez para trás e falei:

- Dessa vez você escapou, mas da próxima quero minhas respostas do jeito que for..
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MensagemAssunto: Re: GRÃ- BRETANHA   GRÃ- BRETANHA - Página 2 EmptySab 4 Jan 2014 - 15:33

Citação :
Grã Bretanha - Amanhecendo

Sven observa por alguns minutos de dentro de seu automóvel o encontro entre as três figuras. Seu ex-aprendiz Lawliet parece um tanto ansioso, não esta em uma boa situação e posição. Não foi dessa forma que o caçador ensinou L a abordar criaturas da noite. - Lawliet desse jeito você pode acabar em sérios perigos. Talvez eu precise te treinar novamente.

Muitos barulhos, Sven tentou se manter focado na conversa que seu ex-aprendiz se encontra. Mas está difícil de escutar algo, a rua esta tomada por sons e cheiros. A proximidade com o amanhecer do dia também enfraquece um tanto as habilidades do caçador vampiro. Para sorte de Lawliet a conversa parece ter chegado ao fim.

O caçador percebe que não conseguiu se ocultar de uma das duas criaturas da noite presentes. - Ele sentiu minha presença, conseguiu detectar minha posição. Não é uma criatura qualquer, preciso retornar a esse local na próxima noite... - Sven ficou intrigado com a criatura, ele não determinou que criatura é, mas tem quase certeza que se trata de um vampiro com muitos anos de morte.

Os primeiros indícios do novo dia começa a surgir, em poucos minutos o ambiente será tomado por uma claridade mortal para o caçador. Ele precisa sair rapidamente dali, se refugiar da morte. Quando seu celular emite um alerta. - Preciso ver do que se trata, talvez seja o meu contato aqui na Grã Bretanha. Mas antes de ver preciso sair daqui.

Na cidade existem muitos esconderijos da Organização. Sven foi para o mais próximo do local que se encontrava, um hotel de fachada. Protegido da claridade, no subterrâneo do esconderijo o caçador olha a mensagem que chegou em seu celular. - Se gostei do que vi? Até que não foi ruim. As 20h no restaurante perto daqui. Sim, vou esta lá.

Antes de descansar o caçador vampiro bebe algumas bolsas de sangue...
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MensagemAssunto: Re: GRÃ- BRETANHA   GRÃ- BRETANHA - Página 2 EmptySeg 13 Jan 2014 - 13:58

Ainda sentada no último degrau da escada, Rhiannon se lembrava das palavras que sua mãe lhe disse antes de sair de casa.

“O caminho que deve seguir é mais simples do que imagina, você está perdida por causa das expectativas que lhe depositaram. Agora, te dou a liberdade para se encontrar. Aqui não há nada, apenas uma vida pacata e cheia de regras, o que precisa mesmo é de conhecimento, experiências, desafios e então irá se deparar com o seu propósito nesse mundo. Não sinta medo, você é forte”.

Quase cinco anos se passaram é muitas coisas conheceu, mas não tinha encontrado ainda seu propósito. Seu conhecimento e habilidades eram mais usados para se defender do que para ajudar as pessoas, tudo que aprendeu durante este tempo, ainda não era suficiente.

Sentiu um calafrio percorrer seu corpo, no mesmo instante ouviu duas batidas suaves na porta e a mesma se abriu em um rangido agudo e antigo, uma sombra ganhou forma. Por algum motivo não sentiu medo, permaneceu ali sentada, observando apenas, devagar alguém entrou um homem que parecia analisar o ambiente mal iluminado. Quando seus olhares se encontraram, a garota viu uma luz contornar aquele que acabara de chegar – “Aura” – pensou consigo mesma e sabia que aquilo não devia passar despercebido.

 Ele sorriu, trajava apenas uma calça jeans, uma camisa branca e uma jaqueta marrom, obviamente parecia está se divertindo seus lábios se moveram para dizer algo, foi quando, sem pensar duas vezes, Rhiannon se levantou deu as costas ao homem e subiu as escadas dirigindo-se ao seu quarto, deixando sozinho aquele homem, não se importou em saber se o mesmo era perigoso, não conseguia pensar,  seu coração estava disparado, sentia um frio na barriga que colaborava para que não sentisse suas pernas ao andar. 
Seu quarto ficava depois do cômodo onde os donos da pensão descansavam, aproveitou é bateu na porta comunicando com a voz rouca:

- Há um novo hospede aguardando na recepção.

Sem esperar uma resposta seguiu para o seu aposento. Sentindo o rosto queimar, entrou no quarto, trancou a porta, respirou fundo, caminhou apressada ate sua cama e se jogou nela. Sabia que aquilo ia ser motivo de piada e mesmo frustrada sorriu, por algum motivo àquela situação embaraçosa a alegrou. O sono voltara e sorrindo dormiu quando o dia já estava prestes a nascer.
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MensagemAssunto: Re: GRÃ- BRETANHA   GRÃ- BRETANHA - Página 2 EmptyQua 15 Jan 2014 - 15:48

GRÃ- BRETANHA - Página 2 Lucian
Após o incêndio em uma pequena área mais isolada estava movimentada, com pessoas estranhas, a mulher de manto azul questionava o vulto negro que não se intimidava pela mulher que deixava revelar pequenas mechas vermelhas de seu cabelo. Depois de trocar algumas breves palavras o vulto negro desapareceu entre os prédios e ruelas daquela cidade, a jovem apressada em segui-lo subiu em um dos prédios, mais nada encontrou, ele havia desaparecido.


Seu foco era tanto que não deu sequer atenção ao jovem que os interferira, mais ao olhar para ele havia desaparecido, deveria ter seguido aquele que se ocultava com seu manto.


Sem dar muito a importância seguiu rumo a seu abrigo onde poderia estar protegida, do sol logo nasceria, o jovem caçador deve ter seguido aquele que se intitulava como “sombra” se ele encontraria ou não o que procurava era uma pergunta que ainda não havia resposta.


Não muito longe dali um carro parado observava tudo sem se envolver diretamente, parecia estar intrigado pelo que se passava, assim como conhecer alguém entre eles, após todos desaparecem seguiu seu caminho fosse ele qual fosse.


Enquanto isso em uma área distante de tudo que estava acontecendo em uma pensão uma jovem jazia sentada em um dos degraus da escadaria pensando, lembranças que a fazia se perder em imagens e sentimentos, qual saiu de seu transe ao ouvir duas pequenas batidas na porta, em seguida a maçaneta girou e uma sombra invadiu o lugar, a porta rangia ao ser aperta.


Diante dela um homem apareceu, ele observou o lugar rapidamente até encontrá-la sentada, seus olhos se conectaram ele abriu um sorriso para ela, mas antes que possa dizer qualquer coisa ela se ergue rapidamente dando as costas ao homem e desaparecendo nas sombras do corredor acima das escadas rapidamente.


GRÃ- BRETANHA - Página 2 Lucian_9
— Espere! —Falou mais ela já havia sumido de seu campo de visão.
Sem cerimônia ele adentrou ao lugar fechando a porta, caminhou ate o balcão depositou a mochila no chão e tocou uma pequena campainha que ecoou pelo recinto.


No mesmo instante uma mulher de meia idade, por volta de seus quarenta anos desce as escadas, bocejando devido ao sono e o horário.

GRÃ- BRETANHA - Página 2 Lucian_1
Posso ajudá-lo? — Perguntou a mulher sem olhar direito para ele atravessando para o outro lado do balcão.

GRÃ- BRETANHA - Página 2 Lucian_2
— Espero que possa me ajudar sim, gostaria de alugar um quarto, sei que não e a melhor hora mais e que cheguei agora a pouco da rodoviária.
— Disse o jovem tentando ser o mais simpático possível.
 
— Não se preocupe... Isso não e incomum de acontecer aqui, muitos hospedes chegam a Grã Bretanha tarde devido ao fuso-horário, sem contar que nossa pensão e um dos poucos lugares com preços razoáveis.


Se aconchegando dentro de seu grosso casaco, que parecia ser a única coisa sobre seu corpo depois de uma camisola, ela abriu um grosso caderno de capa dura, era onde ficavam os registros dos hóspedes, começou a preencher os dados após pedi-los ao rapaz e depois pediu que ele assinasse, na linha pontilhada, no lugar ele escreveu seu nome: “Lucian Daiki”.


— Muito bem senhor Lucian... O seu quarto fica no primeiro andar ao lado da jovem que avisou que o senhor havia chegado, o numero do quarto e o numero doze aqui a chave, o pagamento e adiantado.


Retirou algumas notas do bolso e depositou sobre o balcão, ela pegou e entregou a chave para ele,  sorrindo ele pega sua mochila e sobe os degraus para seu quarto.

GRÃ- BRETANHA - Página 2 Lucian
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MensagemAssunto: Re: GRÃ- BRETANHA   GRÃ- BRETANHA - Página 2 EmptyQua 22 Jan 2014 - 11:54

Após a noite passada e o hospede inesperado, Rhiannon conseguiu dormir algumas poucas horas no relógio já marcava 08:00 Hrs, se levantou ainda cansada mais sem sono, seguiu ate o banheiro no final do corredor, lavou o rosto e escovou os dentes, em seguida retornou ao quarto.Enquanto trocava de roupa e penteava seu cabelo pensou consigo mesmo.

"– Vou para a biblioteca, aproveitar melhor meu tempo."

Espreguiçou-se esticando os músculos, a agua quente de seu banho permitiu relaxar a musculatura tensa da noite anterior, olhou pela cortina e viu que o sol estava começando a esquentar, trajando apenas uma regata branca, uma jaqueta e calça jeans azul escura, calçou um tênis, fechou novamente a cortina, optou por usar o cabelo preso, para que não ficasse caindo sobre seus olhos enquanto lia.

Estendo a toalha agarrou sua mochila e saiu do quarto o trancando em seguida, caminhou lentamente pelo corredor ainda se lembrando da noite anterior e de seu encontro com aquele homem, algo nele era diferente do que Rhiannon estava costumada a ver, enquanto descia as escadas, cada degrau rangia com seu peso, na recepção a dona da pensão já se encontrava de pé arrumando as almofadas da recepção improvisada que havia se tornado a sala de estar.


– Bom dia, Meg –  Cumprimentou a senhora de forma animada e acabou se surpreendendo com isso. Da onde tinha vindo aquele bom humor?
 
– Bom dia, Rhia, parece contente. - comentou a doce mulher.
 
– Até eu estou me estranhando. – Sorriu e depois se despediu seguindo em direção a porta. Antes de sair olhou escada acima e se lembrou mais uma vez do homem que chegara de madrugada, de novo sem saber o motivo acabou sorrindo, ele talvez estaria hospedado ali ou foi embora após ela ter saído correndo, ela pensou rapidamente enquanto saia porta a fora.

Pela manhã tinha o hábito de tomar apenas leite com um pouco de café, passou em uma cantina e comprou um copo grande para viagem, foi bebericando o mesmo até a biblioteca, entrou e cumprimentou Lucy a bibliotecária. Como Rhiannon frequentava o local com certa regularidade, a moça na faixa dos seus 25 anos, já não a tratava como novidade ou surpresa, por isso apenas sorriu e retribuiu a gentileza com um aceno.

 Seguiu até a sessão de história e procurou livros sobre a história local, depois partiu para a sessão religiosa e de filosofia, para procurar algo sobre Wicca e outras religiões locais. Passou várias horas estudando, até que decidiu ir embora, estava a fim de andar um pouco.    
      
 Devolveu alguns livros e pegou outros emprestados. Quando saiu estava tão distraída e empolgada que acabou esbarrando em alguém, os livros se espalharam pelo chão. Os dois  se abaixaram para recolherem os livros, Rhiannon ao olhar para o indivíduo a sua frente quase caiu trás.

– Você!? – Perguntou espantada ao ver o novo hospede da pensão a sua frente.
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MensagemAssunto: Re: GRÃ- BRETANHA   GRÃ- BRETANHA - Página 2 EmptyQua 22 Jan 2014 - 15:23

Citação :
Grã Bretanha - Inicio da Noite

Sven desperta de seu sono. Ainda deitado pensa no vai fazer durante a noite, ele deve seguir até um restaurante para se encontrar com seu contato da Organização. As vinte horas.

Ainda são seis e pouca da noite. Tenho algum tempo até as vinte horas. Preciso beber um pouco. - Mesmo sendo vampiro, o caçador precisa parecer para sociedade um humano como outro qualquer.

Após tomar um banho relaxa por alguns minutos, bebe algumas cervejas, ler algumas notícias na internet. Liga para alguns contatos fora da Grã Bretanha. Lembra de seu ex-aprendiz, deseja que ele não esteja em perigo.

A terceira figura do encontro que Sven presenciou na noite passada. O caçador sabe que L não teria sucesso na caça. - Conhecendo ele bem, acredito que tenha seguido aquele elemento..

O caçador não liga para vampiros que não esteja caçando. Em diversas ocasiões se deparou com vampiros, como não estavam na pauta da noite, os mesmo não foram caçados.

Por volta das dezenove horas Sven se preparou e seguiu para o seu encontro. Antes porém tomou alguns copos de sangue. Após algumas quadras percorridas com seu automóvel o caçador chega a rua do restaurante.

Estaciona o carro em uma viela que fica exatamente atrás do restaurante. Dentro o caçador segue até o bar. O barman pergunta a ele o que vai beber. Sven pede uma soda. Se contato ainda não chegou.

Vou aguarda por alguns minutos. Faz parte do protocolo aguardar, mas não por muito tempo. - Se o contato não chegar, o caçador saberá que algum problema ocorreu.

Enquanto aguarda Sven pega no bolso interno do blazer negro que usa um smarthphone. Mexe no aparelho. Ele saberá quando o contato entrar no local.
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MensagemAssunto: Re: GRÃ- BRETANHA   GRÃ- BRETANHA - Página 2 EmptySex 24 Jan 2014 - 23:46

A noite estava acabando, o frio noturno dava lugar a uma brisa morna, o sol logo iria nascer, após o encontro com o vulto intitulado de “sombra” muitas perguntas se formavam em sua mente, mas nenhuma resposta, aquilo a deixava frustrada, pois não conseguiu descobrir nada de 824 anos atrás.

 Sem tempo a perder, após costatar que havia perdido o rastro do sombra, correu rapidamente pelas ruas quase desertas, após o incêndio ter sido contido todos se acalmaram, mas não o interior da vampira de cabelos vermelhos, que ainda continha um conflito mental.

Ao chegar a uma área afastada, em um conjunto de casas, parou diante a uma em especial, o jardim estava tomado por matos, o portão estava coberto por ferrugem, as janelas estavam cobertas por madeiras, quem olhasse pensaria que estava abandonada ou pronta para ser demolida, e isso evitava chamar atenção.

 Abriu a porta e a fechou trancando rapidamente, cheirou o ar  para conferir se alguém passara por ali, estava como havia deixado, no interior apenas alguns poucos moveis consumidos pelo tempo ou pelos cupins, uma pequena lareira queimava o suficiente para produzir uma luz fantasmagórica.

 Subiu as escadas suavemente até chegar em seu, quarto abriu a porta e deixou seu manto cair, em seguida retirou suas botas, corpete e vestido, ficando apenas com suas roupas íntimas, se dirigiu ao banheiro, que era o único que havia na casa, abriu uma das torneiras e deixou agua preencher a banheira.

 Retornou ao quarto e pegou de sua mala uma garrafa de vinho de uma safra antiga, batizada com sangue uma bebida que bebia para relaxar quando estava frustrada, pegou uma taça e levou para o banheiro, retirou o restante de suas roupas e mergulhou na banheira, se serviu de uma taça enquanto tentava relaxar, tomou mais duas taças ate se sentir satisfeita.

 Se encostou na borda da banheira e acabou adormecendo, enquanto sentia seus olhos se fecharem rapidamente foi arrastada para um outro momento.

― Ann... Ann! Venha logo! Aqueles malditos celtas estão atacando nossa cidade outra vez.—Falou minha irmã me tomando uma Ann mais jovem e frágil.

― Mana o que vamos fazer?—Perguntei preocupada.

― Não pergunte... Vá desça para os calabouços, estará segura. —Existia uma urgência em sua voz, ela parecia esconder algo da jovem Ann.

A empurrando para dentro a jovem Ann escutou as correntes sendo travadas nas portas do calabouço, escutou a voz de sua irmã distante.

― O que! Estamos cercados. —A ouviu falar enquanto tudo se escurecia em sua mente.

― Papai... Mamãe?—Ann perguntou enquanto se via sozinha naquele lugar escuro.

 Desesperara,  a vampira despertou na banheira em um estado ofegante, quebrando a taça que estava preguiçosamente em sua mão.

― Mais que inferno de sonhos são estes! Outra vez o mesmo sonho... Porque fico retornando sempre no mesmo momento. Porque não lembro o que aconteceu depois. ― Se perguntava frustrada.

 Levantou-se da banheira completamente nua, molhando o chão de madeira, passando na frente do espelho notou uma coisa estranha, em sua face estava chorando, por ser vampiros, tudo que saia de seus olhos quando choram eram sangue. Pegou uma toalha e secou seu corpo a enrolando no corpo. Seguiu ate sua mala e vestiu uma camisola antiga,  de um tempo onde as jovens cobriam todo seu corpo.

 Se deitando na cama, começou a pensar nos últimos acontecimentos e no sonho que deve, teria eles alguma ligação?
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MensagemAssunto: Re: GRÃ- BRETANHA   GRÃ- BRETANHA - Página 2 EmptySeg 27 Jan 2014 - 15:03

Os primeiros raios de sol começavam a se levantar rapidamente no céu cinzento, Lucian não havia dormido apenas tomou um banho trocou de roupa e saiu para uma caminhada matinal, mas não apenas para se exercitar mais conhecer melhor a cidade, enquanto o fazia seu olfato captava odores estranhos.
 
Mesmo com os cheiros estranhos sua preocupação, ou melhor, seu pensamento estava perdido em meio às lembranças da noite passada da jovem de cabelos negros que havia visto na pensão, como se seu pensamento atraísse seu desejo se viu trombando com uma garota a fazendo derrubar seus livros, meio atordoado se abaixou para recolher enquanto ela fazia o mesmo, os dois acabaram chocando as cabeças, ele olhou para ela e se surpreendeu ao vê-la era a mesma jovem da pensão, ela caiu ainda sem vê-lo.
 
Me desculpe... Disse ele Reunindo os livros para ela e estendendo a mão para ela, seus olhares se cruzaram quando ela estendeu a mão para ele ajudá-la.
 
Você!? Disse ela entre uma pergunta e uma afirmação.
 
Acabamos nos encontrando de novo... Acho que não fomos devidamente apresentados, chamo-me Lucian Daiki, cheguei esta madrugada na pensão, lembra de mim? Perguntou Lucian sorrindo gentilmente para ela enquanto lhe entregava todos os livros.
 
Após se apresentarem e conversarem quase que a manhã toda, era impossível não notar a ligação a conexão que parecia haver entre os dois, mesmo que nenhum dos dois reconhecesse isso, o dia passou em um piscar de olhos, o véu da noite rapidamente cobriu o céu da Grã Bretanha. E com o esconder do sol eram revelados os seres das sombras.
 
A luz que provinha da cidade agora era produzida artificialmente pela eletricidade, em uma rua isolada e silenciosa caminhava um homem, seus passos ecoavam no chão de pedras, isso após ter deixado seu carro parado a alguns quilômetros atrás, após um tempo de caminhada parou diante a um restaurante, nele adentrou como era um lugar de comercio não necessitava de convite para entrar.
 
Se locomovendo para a parte mais escura e distante do restaurante em si, parou no bar daquele lugar, se sentou no balcão e pediu uma soda. Enquanto aguardava  alguém, retirou um aparelho do bolso, tocou a tela com hábil destreza, seus olhos haviam visualizados todos dentro daquele lugar, mas mesmo assim não foi capaz de prever ou notar a aproximação de uma sombra em suas costas, antes que pudesse virar, sentiu o toque frio em seu ombro.
 
Está ficando mole Sven... Você esta confiando de mais nestes aparelhos modernos.

Diz o homem com um sotaque estranho, soltando o ombro de Sven se sentou ao seu lado no balcão, aparentava ser um pouco mais velho por volta de uns quarenta anos, trajava uma calça social, camisa comprida dobrada ate o cotovelo, seu cabelo era curto negro como a noite, seus olhos eram acinzentados.
 
Te fiz esperar muito? Perguntou ele com um sorriso chamando o barman.
 
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MensagemAssunto: Re: GRÃ- BRETANHA   GRÃ- BRETANHA - Página 2 EmptyTer 11 Fev 2014 - 18:30

Estava tão distraída em meus pensamentos que sequer estava conseguindo se concentrar em sua leitura pegou algum livros para ler em um outro momento. Caminhou perdida em pensamentos ate bater em uma pessoa a fazendo cair assim como meus livros.

Os dois se abaixaram para recolhemos os olhos dela não tinham visualizado a pessoa ate ser entregue os livros, ao perceber de que se trava sua primeira reação foi espanto.

– Você!? – Disse ela ao notar o hospede novo da pensão, ele apenas sorriu para ela.

“– Acabamos nos encontrando de novo... Acho que não fomos devidamente apresentados, chamo-me Lucian Daiki, cheguei esta madrugada na pensão, lembra de mim?”– Disse o homem a sua frente, que sorria gentilmente enquanto lhe entregava os livros.

Suas mãos se tocaram por um instante e mesmo a luz do dia Rhiannon pode ver a luz envolta dele, segurando os livros não sentiu medo nem dor, nem mesmo um calafrio a sensação era mais algo reconfortante do que qualquer outra coisa. Quando se deu conta estava novamente constrangida enquanto sentia seu rosto esquentar, tinha quase certeza que seu rosto estava vermelho, apenas torcia para ele não perceber.

Tentando parecer amigável, mesmo se sentindo como uma idiota sorriu sem graça, seu desejo era sair correndo, mas não poderia fazer isso todo vez que encontrasse com ele.

– Realmente nos encontramos novamente. Muito prazer Lucian, eu sou Rhiannon, sei que é um nome difícil de lembrar por isso todos me chamam apenas de Rhia. Peço desculpas pela noite interior, meu comportamento não foi dos melhores, foi infantil mais entenda que não é normal alguém adentrar a uma casa no meio da madrugada, me senti assustada.

Depois disso uma conversa longa e demorada aconteceu, enquanto Rhia se sentia mais a vontade com o novo hóspede da pensão, seu coração já não acelerava, a aura que o envolvia era mais neutra quase imperceptível após se acostumar com ela. Sentaram em uma das mesas de verão onde se podia tomar um café ou apenas apreciar a vista.

O sol hoje estava tímido no céu, grossas nuvens cinzas colidiam com nuvens brancas que pareciam algodão doce, assim passou o dia com os dois revelando um pouco de si para o outro, o entardecer veio rápido, Rhiannon precisava ir, tinha uma consulta com mais um imortal, se despediu de Lucian e desapareceu, mas não antes de olhar para trás e ver aquela aura que parecia um manto.

Enquanto seguia seu caminho a jovem de cabelos escuro se perguntava se poderia acreditar em lendas antigas, muitos tempo narradas em volta da fogueira, enquanto os ciganos dançavam para espantar os maus espíritos, alguns dos sinais daquela lenda se chocavam.

“— Será que deveria tê-lo convidado para jantar? Não seria uma boa ideia mesmo que a consulta não demorasse acho que trazê-lo comigo poderia ser perigoso”. —Pensou Rhiannon, enquanto caminhava pelas ruas que se escureciam ao esconder do sol.

A noite esfriou rapidamente Rhia não queria se demorar afinal tinha livros para estudar, conhecer os mistérios que envolvia as magias celtas, pontos de poder espalhados pela Inglaterra, as mesmas coisas que deram origem a historias de Merlin e os cavaleiros de Arthur, o quanto desta historia seria real?

Mesmo pensando nisso o sorriso do novo hospede assolava seus pensamentos, se sentia tranquila e preenchida após este tempo com ele, nunca havia se sentido tão confortável e segura, mesmo seu instinto na noite passada pedisse para ela fugir assim que o viu.


Saindo do seu devaneio, entrou em um restaurante, cujo o ambiente era até que aconchegante. Sentiu um calafrio, sinal que seu cliente já se encontrava por ali, procurou-o nos pontos discretos do local até encontra-lo. Tranquilamente, se dirigiu até o imortal.
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MensagemAssunto: Re: GRÃ- BRETANHA   GRÃ- BRETANHA - Página 2 EmptyTer 11 Fev 2014 - 20:59

Citação :
Grã Bretanha - Noite

Poucos minutos passaram desde a chegada de Sven ao restaurante. Por alguns segundos o caçador se distraiu com uma música que toca no estabelecimento. Naquela segundos o seu contato chega, de forma bem discreta. Com a mão sobre o ombro do caçador o homem fala algo.

Devo concordar, a cada dia que passa estou usando mais esses aparelhos. Antigamente as coisas eram mais simples. Mas que bom que chegou. Bebe alguma coisa? Estou bebendo um Club Soda. - Pergunta Sven ao seu contato. Haviam alguns anos que o homem não era seu contato.

O Contato do caçador e ele já se conhecem a várias décadas. Em algumas oportunidades atuaram como uma dupla para resolver assuntos do interesse da Organização. Tempos passados, Sven não sabe como anda seu ex-companheiro de missões. Ao que parece esta atuando internamente.

Quais são as instruções da Organização para mim aqui nessa cidade? - Pergunta o caçador em tom baixo ao homem. Seja o que for Sven vai compreender e executar. O caçador possui uma espécie de dívida com a Organização, ou melhor, com o padre que o acolheu em seu pior momento.
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MensagemAssunto: Re: GRÃ- BRETANHA   GRÃ- BRETANHA - Página 2 EmptyQui 13 Fev 2014 - 17:23

A noite chegou mais rápido do que o de costume, mas a vida possuía destas coisas, quando desejamos que o tempo pare, é neste momento que ele insiste em acelerar era assim que pensava Lucian ao está na presença de Rhia, havia descoberto o nome dela.
Seus olhos em nenhum momento abandonou os delas, cada gesto, cada sorriso, cada mexida no cabelo era observado por ele, o perfume que exalava de sua pele  o fazia por um momento esquecer o motivo principal de sua vinda para Grã Bretanha. Com o sol se escondendo no horizonte, Rhia se despediu e partiu, Lucian deu mais uma rápida volta e retornou a pensão e tomou um banho.
Meia hora havia passado o céu noturno agora estava sendo revestido pelo seu estrelado, mais cedo Lucian viu um bar, o cheiro de adocicado era muito forte, deduziu que ali seria um bom lugar para começar a sua investida, saiu da pensão direto para lá. Chegando ao bar se dirigiu ao fundo do bar, do lado oposto localizou dois vampiros, ele os observava enquanto viu Rhia adentrar no bar, mais a frente ela se dirigiu a um vampiro nas mesas.
Os dois vampiros no bar conversavam o mais velho trajava uma calça social e camisa comprida dobrada ate os cotovelos, ele bebia enquanto falava com o mais jovem, o mesmo respondeu sorrindo.
— Devo concordar, a cada dia que passa estou usando mais esses aparelhos. Antigamente as coisas eram mais simples. Mas que bom que chegou. Bebe alguma coisa? Estou bebendo um Club Soda.
— Sim, mas não Soda sabe que gosto de algo mais forte. — Sorriu chamando o barman. — Quero um vodka pura amigo. — Sorriu para o barman, um sorriu alegre e travesso.
Lucian tentava se ocultar, mesmo ao longe e a musica de fundo, conseguia escutá-los, só precisava se esforçar um pouco. Após a bebida chegar, o homem virou o copo de uma vez, e se virou para o mais jovem com uma expressão seria.
— Sven... Sua missão e difícil desta vez, uma agitação esta ocorrendo, noite anterior foi eu que estava fazendo uma vistoria na área, vi seu pupilo, bastante imprudente, pensei que o tivesse treinado melhor, ele quase morreu. — Disse o homem passando a mão nos cabelos enquanto pedia mais uma dose.
Lucian se camuflava com a baixa luz do lugar, bebia apenas uma soda, tentava não perder o foco entre escutá-los e ver se Rhia estava bem, a duvida de qual era mais importante estava começando a fazer seu julgamento se perder, uma agitação crescia em seu interior.
O jovem que se chamava Sven não retrucou a fala do homem apenas perguntou:
— Quais são as instruções da Organização para mim aqui nessa cidade?
O homem sorriu balançando a cabeça. — Você como sempre busca apenas a realização de sua missão, pois bem vamos sair daqui, pois preciso lhe mostrar algo... — Disse o homem retirando algumas notas do bolso e deixando sobre o balcão.
Dando um tempo de alguns segundos Lucian os segui discretamente, o vento estava contra ele, o que fazia seu cheiro se perder na noite, eles caminharam para um beco escuro. Logo Lucian os perdeu de vista, mas conseguiu achar seu rastro, mas chegou tarde.
— Desculpe velho amigo... Não queria mesmo fazer isso,mas existem coisas maiores acontecendo, é você seria uma pedra do sapato, espero que seja sem ressentimento. — Olhando ao longe, Lucian ampliou sua visão.
O que viu foi o homem mais velho segurando o coração do mais novo na mão, enquanto o corpo caia seco ao chão enquanto o sangue escorria criando uma pequena poça de sangue, alguns segundos depois o corpo foi se desintegrando virando poeira apenas.
O homem limpou sua mão em um lenço após colocar o coração em um saco plástico, depois desapareceu pelas ruas da Grã Bretanha, Lucian se ocultou para que ele não o visse, não era o momento de confronto, ainda confuso retornou ao bar para ver que situação estava Rhia.
O que ela estaria fazendo com um vampiro? Será que ela sabia o que ele era? Se sim o que estava fazendo? Arriscando sua vida daquele jeito? Se não ele nem sequer imaginaria o que poderia acontecer se permanecesse mais tempo ali. Seu punho fechou em frustração não poderia interferir, mas observaria se ele fizesse algo ele agiria, seus sentidos estavam afiados para qualquer movimento.
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MensagemAssunto: Re: GRÃ- BRETANHA   GRÃ- BRETANHA - Página 2 EmptyDom 16 Fev 2014 - 20:14

A vida é bonita, pelo menos era isso que minha mãe dizia, pelo que eu sabia ela realmente nunca esteve errada com essa afirmação. Eu vivi por novecentos anos sem que tivesse feito pouca coisa, já havia feito de tudo na vida, já havia vivido milhares de vidas diferentes. Eu estava ali agora naquele restaurante esperando alguém, que demorou um pouco inclusive, esperar sempre me irritava, isso era incômodo de mais para mim. Mas, no fim das contas toda aquela espera deveria valer a pena. A bonita jovem chegou e parecia me procurar, aos poucos pareceu me perceber e se aproximou sentando-se a mesa. 

- Não é educado fazer as pessoas esperarem sabia?

Sorria cordialmente como quem apenas cumprimentava, um sorriso que embora fosse bastante cordial ainda demonstrava muito da personalidade de seu dono, Oliver era sempre assim, era perceptível que seu pequeno sorriso escondia algo, mas com ele era assim, parecia estar sempre escondendo algo, como o seu pequeno interesse pela garota.


- No fim das contas... Sou Oliver, é um prazer estar na presença da grande Rhiannon, os rumores sobre você andam se espalhando muito sabia? -Um leve movimento levando-me a levantar e puxar para ela uma cadeira, novamente sorri. - Deveria se sentar, talvez beber ou comer alguma coisa? 

Sentei-me novamente enquanto a observava um pouco, estava curioso quanto há até onde iam as habilidades daquela jovem, pelo que os boatos falavam ela seria muito útil aos meus planos, ela poderia me ajudar a fazer o que eu queria, talvez fosse a única capaz disso no final das contas.  Enquanto a observava cortei um pequeno pedaço do filé que havia pedido antes que ela chegasse e o pus na boca, um leve e tranquilo mastigar, acho que carne era a única coisa que ainda adorava comer, olhei para a moça novamente, mas agora era diferente, estava a espera de que ela me dissesse ou perguntasse algo, mas pude perceber uma presença, aquele homem, seu cheiro, o som de sua respiração, eu podia perceber que era um de "nós", mas o que ele fazia ali e qual a razão de ele estar nos observando tão atentamente? Eu tive que dar uma pequena risada ao ver ele fechar o punho como quem estava pronto para um ataque, será mesmo que aquele rapaz não sabia quem eu era? ele era maluco com certesa, eu novamente olhei para a jovem a minha frente e apontei para o homem que nos observava.

- Conhece aquele homem? Não sei por que ele nos observa tanto, mas, sabe... Me incomoda quando as pessoas ficam me encarando, eu acho que devo matá-lo de uma vez e podemos conversar num lugar onde ameaçar como essa não dêem as caras.

Comi mais um pequeno pedaço da carne e me levantei, corri até o suspeito homem que nos observava, pegando-o pela garganta, não me parecia ser tão forte ao ponto de ficar me observando como estava. Pus uma das mãos em sua cabeça, e com um pouco de força o fiz "dobrar o corpo" de forma que sua cabeça estava presa entre uma das mesas e minha mão, meu pequeno sorriso novamente apareceu, era engraçado a forma como um homem como aquele podia me olhar de forma ameaçadora a segundos atrás, e agora nem mesmo era capaz de mover o próprio corpo, minha outra mão estava agarrando um de seus punhos, ele não poderia reagir sem que eu lhe arrancasse o braço naquele instante.


- Muito bem rapaz, me dê um ótimo motivo para estar nos observando, ou eu arrancarei sua cabeça agora mesmo... Agora me diga seu nome, e o que faz aqui.
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MensagemAssunto: Re: GRÃ- BRETANHA   GRÃ- BRETANHA - Página 2 EmptyQua 19 Fev 2014 - 14:26

Quando seu olhar se encontrou com o do seu cliente, Rhiannon se dirigiu até ele, conforme se aproximava um desconforto ia surgindo dentro de si, o que não era bom sinal.

— Não é educado fazer as pessoas esperarem sabia? — Disse o imortal de aparência jovem, mas pela sua  forma segura de falar Rhia suspeitava que tivesse algumas centenas de anos.

— Sabia. — Respondeu Rhia indiferente, odiava ser questionada, reprimida ou qualquer outro comportamento relacionado à repreensão, principalmente quando vinha de seres sobrenaturais que achavam serem indestrutíveis.

 O olhar é o sorriso do vampiro denunciavam seu interesse em alguma coisa, mesmo diante a tanta gente e aquela musica alta preenchendo o lugar ele não parecia se prender a estes detalhes humanos.

“— Logo hoje... Vou precisar ser ainda mais cautelosa, devia ter escutado meus instintos e cancelado este encontro.” — Pensou a jovem garota enquanto segurava sua vontade de suspirar pesarosamente.

— No fim das contas... Sou Oliver, é um prazer estar na presença da grande Rhiannon, os rumores sobre você andam se espalhando muito sabia? — Perguntou o imortal enquanto levantava-se para puxar uma cadeira a Rhia.

— Deveria se sentar, talvez beber ou comer alguma coisa? 
— Quando se aproximou pode sentir o seu odor era adocicado, mas não de uma forma agradável, mas de algo enjoativo e exagerado. 

— Obrigado pela a oferta mas não obrigada. Sobre os Rumores já suspeitava deles. Porém, não acredite em tudo que escuta por aí em relação a minha pessoa, afinal, sou apenas uma jovem que faz tiragens de cartas, algo que a maioria das pessoas julgam ser apenas uma forma sutil de enganação para conseguir dinheiro fácil, você não crer nisso?

O jovem voltou a se sentar, os dois se olharam, o imortal cortou mais um pedaço de seu prato, para um ser morto vivo, ele parecia ter muito apetite apreciando o seu jantar.

— Podemos fazer o que viemos aqui para fazer? Estou pronta, quando quiser podemos começar. — Disse ela tentando agir com indiferença.

Enquanto seu cliente comia, olhou em volta, percebera que os dois seres sobrenaturais que sentiu ao chegar, haviam saído e não retornaram, aquilo causou um calafrio em sua espinha sem saber o motivo, mas manteve isso apenas para si mesma.

Enquanto aguardava o vampiro apontou para um canto distante, em um balcão e perguntou:

—  Conhece aquele homem? Não sei por que ele nos observa tanto, mas, sabe... Me incomoda quando as pessoas ficam me encarando, eu acho que devo matá-lo de uma vez e podemos conversar num lugar onde ameaças como essa não dêem as caras.

Se virando para ver do que se tratava, seus olhos se arregalaram em surpresa quando avistou o Lucian, em um piscar de olhos o vampiro desaparecera da mesa, sua primeira reação foi espanto, em um piscar de olhos viu o vampiro chamado Oliver imobilizar Lucian com muita facilidade contra o balcão enquanto pressionava o rosto na madeira e segurava seu pulso para trás.

Sem esperar para ver o que aconteceria Rhia foi até eles, para um vampiro ele agia com muita infantilidade, ao se aproximar pegou as palavras do vampiro mesmo sobre a musica que agora estava mais baixa. Todos os olhavam surpresos, mas não faziam nada.

 — Muito bem rapaz, me dê um ótimo motivo para estar nos observando, ou eu arrancarei sua cabeça agora mesmo... Agora me diga seu nome, e o que faz aqui.

Antes que pudesse ter uma resposta, Rhiannon interveio, com sua voz baixa mais firme, alto suficiente apenas para os dois escutarem.

— O nome dele é Lucian, você não achou mesmo que estaria aqui sozinha, ou achou? Ele cuida da minha segurança, como você mesmo disse existem boatos a meu respeito pela cidade e é claro que eu não poderia transitar sem proteção. E outra coisa, estão todos olhando, então espero que seja mais discreto.


A jovem olhou para Lucian, como se estivesse se desculpando por ter mentindo e que ele sustentasse a mentira, Oliver ainda segurava seu braço, as feições de Lucian não parecia de alguém assustado. Mesmo sem entender o que ele fazia ali, ela não tinha direito de saber.

— Poderia fazer a gentileza de solta-lo?
 — Falou Rhia enquanto encarava o seu cliente. — Se não fizer nossa consulta termina aqui.
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MensagemAssunto: Re: GRÃ- BRETANHA   GRÃ- BRETANHA - Página 2 EmptySeg 24 Fev 2014 - 14:59

Lucian se sentia frustrado ao ter visto como as coisas aconteciam na escuridão, como as mortes eram ocultadas e como aqueles seres imortais, seduziam com suas palavras e seus olhares, Ele encarava o homem ao lado de Rhia.

Em seu pensamento ele queria avançar até a mesa, libertar suas presas e garras e estraçalhar aquele morto vivo, sem se preocupar com as pessoas ou o que isso acarretaria, mas não poderia fazer isso, como um líder, como alguém que carrega em seu ombro mais que sua vida não poderia dar a este luxo, mas o olhar não poderia deixar de olhar.

Mais este olhar fora seu erro, o homem pegara a intensidade de sua aura, rapidamente avançou contra ele, o segurou pela garganta, ele poderia ter se libertado mais não fez, não era momento e nem lugar, rapidamente o pressionou contra o balcão segurando seu braço uma fúria crescia dentro dele, seus olhos ficaram vermelhos, suas garras começavam a crescer quando a voz de Rhia interrompeu.

Seus olhos pareciam preocupados e suplicantes, como se quisesse que concordasse com o que fosse dito por ela, antes que pudesse ele falar ou atacar ela disse quem era ele Lucian, mesmo tentando mostrar calma, ela estava nervosa, disse que ele era seu segurança, de fato ele não acharia nada ruim tal cargo, mas o maior problema e que ela parecia saber o que aquele homem era e isso o deixava ainda mais intrincado.

Antes que ela pudesse ver parte de sua transformação, ele retraiu as presas, seus olhos voltaram ao normal e apenas aguardou, ela pediu que o soltasse, mais Oliver parecia relutante em fazê-lo, mesmo que ele não conseguiria quebrar o braço de Lucian que havia firmado o braço, a ameaça dela fez efeito, seu aperto afrouxou.

A mente de Lucian girava atrás de perguntas, que as respostas só poderiam ser ditas por Rhiannnon, o que esta jovem esconde?
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MensagemAssunto: Re: GRÃ- BRETANHA   GRÃ- BRETANHA - Página 2 EmptySex 28 Fev 2014 - 18:58

Era mais uma noite fria e não tão calma na Grã-Bretanha.  Algumas crianças ainda brincavam na rua, casais se divertiam ao luar, tudo parecia normal. Encostada em uma parede ao lado de uma antiga loja, Jaina observava o movimento enquanto inalava a fumaça de seu cigarro, pouco a pouco ia liberando a fumaça que se dissipava rapidamente no ar, a cidade e todos que por ali passavam.

“— Como é possível que pessoas tão simples e de aparência tão agradável se transformem naquelas malditas criaturas...”— pensava perdida em lembranças.

Cansada do longo dia que teve, com suas pesquisas sobre as criaturas da qual persegue, caminhava em direção ao seu pequeno apartamento,  pega um atalho por um dos vários becos da cidade, uma presença a alerta, seu instinto nota a  aproximação de algo ou alguém a suas costas.

Agindo naturalmente, Jaina com sua postura habitual e cabelos soltos, apenas aumenta o ritmo de seus passos, talvez na tentativa de atravessar o beco da maneira mais rápida e normal que pudesse, afinal estava fadigada se tivesse que lutar em tais condições talvez não obtivesse o sucesso esperado.

Vendo o final daquele pequeno espaço de sombras se aproximou da saída daquele lugar, por reflexo se virou para trás rapidamente, sem parar de andar, a poucos metros de distancia viu uma sombra... A silhueta de um corpo seus olhos brilharam de uma cor que ela nunca tinha visto.

Seria aquilo um lobo? — Impossível! — pensava que talvez não conhecesse aquele lugar como deveria. Tantos anos pesquisando apenas sobre licantropia, que esqueceu que mais criaturas sobrenaturais pudessem caminhar pela Terra.

O vulto não a seguiu, após duas quadras chegou a seu apartamento, subindo as escadas rapidamente, adentrou e trancou a porta enquanto seu coração tentava se acalmar.

Após alguns segundos decidiu tomar um banho, se despiu por completa e seguiu para o banho, a água quente lava a fadiga e as dores mais não o cansaço, após o banho se dirigiu para o quarto, se deixou cair pesadamente na cama, manter os olhos abertos era um enorme desafio, em seus sonhos aqueles estranhos olhos brilhantes a perseguia.
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MensagemAssunto: Re: GRÃ- BRETANHA   GRÃ- BRETANHA - Página 2 EmptyTer 11 Mar 2014 - 16:19

A situação se tornava cada vez mais incomoda, pois olhares observavam todo o acontecido, a garota que servia no bar olhava aquilo como se fosse normal, Rhiannon não se sentia amedrontada, mas aborrecida. Anos sendo cautelosa é atenta a qualquer movimento para passar sempre despercebida máximo possível e por causa de um vampiro egocêntrico colocava tudo a perder. 

Apesar da ameaça de encerrar a consulta, o vampiro parecia tentado a continuar com seu show, o olhar de Rhiannon se mantinha fixo em Oliver enquanto espreitava pelo canto de olho a expressão de Lucian.

— Acho que seu silencio e comportamento, já resolveu a questão, acabamos aqui a consulta. — Disse desviando o olhar, observando os olhares sobre ela.

Frustrada e desanimada suspirou pesarosamente, dando as costas a Oliver ainda preocupada com Lucian caminhou novamente ate a mesa onde estava, enquanto caminhava sem olhar para trás, colocou a pensar. “Porque Oliver atacaria Lucian?”

Afinal não se daria ao trabalho de atacar um humano fraco apenas por encará-lo, os vampiros tinham uma necessidade de demonstrar poder e território, para isso ocorrer só existia uma resposta.

Mais Rhiannon estava com medo da resposta que circulava por sua mente, balançou a cabeça para afastar o pensamento, mais o gesto apenas trouxe a expressão calma e firme do seu “falso segurança”, pegou suas coisas depositou algumas notas sobre a mesa do restaurante e caminhou ciente dos olhares que causava um enorme desconforto.

Ela não olhou para os dois, esta era a única maneira de encerrar tudo aquilo, por mais louco que Oliver pudesse ser ele não mataria alguém ali, eram muitos para dar cabo, quem dirá hipnotizar tantos, apenas isso lhe deu um pouco de segurança a respeito de Lucian, ela também estava fazendo uma aposta, de que ele o largaria sabendo que se algo acontecesse a ele qualquer chance dele saber o que quisesse com aquela consulta estaria perdida.


Assim que atravessou para fora o frio tocou sua pele, um arrepiou passou por seu corpo a fazendo estremecer, levou as mãos ao corpo instintivamente para se aquecer, olhando as ruas, ajeitou a mochila nas costas, e colocou as mãos nos bolso na tentativa de aquecê-las, respirou fundo e se colocou a caminhar até a pensão.

As ruas eram iluminada pelos postes e faróis de alguns carros, poucas pessoas estavam nas ruas, os poucos estavam passeando de bicicleta ou caminhando enquanto ouviam musica, apesar do pouco movimento não era muito tarde seguindo o caminho mais longo  ate a pensão, deixou os pensamentos aflorarem em sua mente.

Isso a vez perceber que não sabia nada ou quase nada de Lucian, mesmo não sentindo nenhuma ameaça em sua presença, talvez ele não fosse alguém que ela devesse confiar, diante do que ocorrerá no restaurante, se perguntava se ele poderia ser um vampiro... Mais isso não poderia ser afinal ele caminhava a luz do dia, ela sabia passou a manha inteira com ele.

Sem um rumo certo ou resposta concreta, cogitou tirar as cartas para si mesma, mas esta ideia logo desvaneceu de sua mente, ela sabia que se tratando de seu futuro ou acontecimentos poderia não ser precisa, triste por talvez ter que deixar a pensão olhou o céu escuro, quando ouviu um alguns passos atrás de si.
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MensagemAssunto: Re: GRÃ- BRETANHA   GRÃ- BRETANHA - Página 2 EmptySeg 23 Jun 2014 - 18:19

GRÃ- BRETANHA - Página 2 Lucian

Enquanto Rhiannon deixava o local, Oliver xingou baixou frustrado por não ter suas perguntas respondidas, soltou o braço de Lucian ajeitou seu palito e se virou para ele.
 
Você deve sorte... Não o momento ou lugar, mas se cruzar meu caminho novamente estará morto!
 
Disse caminhando ate sua mesa, depositando algumas notas e saindo, a musica voltou a tocar e todos voltaram as suas mesas como brigas como aquelas fossem a coisa mais normal por ali. Lucian se ajeitou e mexeu o braço que estralou enquanto o movimentava.
 
Seus olhos acompanharam a saída do vampiro, se virou para a mulher no bar, ela não parecia assustada, se viu alguma coisa não deu algum sinal, Lucian de um sorriso sem jeito para ela como se pedisse desculpa pela confusão e saiu apressado porta a fora.
 
Seus pensamentos se perguntavam o que a jovem estaria fazendo com aquele vampira, ela era humana, por que estaria ali com aquele sem alma,mas as suas teorias não eram boas... Ele precisava encontra-la falar com ela, ver se ela o havia visto quase se transformar, com tanta confusão ele esperava que ela não tinha visto.
 
O ar estava frio, as ruas iluminadas traziam um brilho amarelado pelos caminhos, Lucian se concentrou no aroma de Rhiannon, a noite seu poder era mais forte, a lua não estava cheia no céu mais isso não impedia Lucian em se concentrar em uma só pessoa.
 
Correu pelas ruas, a sua procura ele precisava falar com ela esclarecer tudo, mas o medo das respostas o fazia cogitar o que faria se as respostas não fossem a que ele esperava, continuou  correndo, ao longe viu ela se aproximando da pensão estava em uma praça caminhando, parou de correr e começou a caminhar, as nuvens cobriam a pouca luz da lua, a pensão fica um pouco afastado do centro da cidade ate mesmo as luzes ali eram poucas. a poucos metros Lucian chamou:

 
GRÃ- BRETANHA - Página 2 Lucian_2
Rhiannon... Podemos  conversar?

GRÃ- BRETANHA - Página 2 Lucian
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MensagemAssunto: Re: GRÃ- BRETANHA   GRÃ- BRETANHA - Página 2 EmptyQui 26 Jun 2014 - 9:29

Os passos se aproximavam lentamente, Rhiannon percebeu este barulho e logo se colocou em alerta, sabia que poderia ser atacada a qualquer momento de forma tão rápida e silenciosa que ninguém sequer veria alguma coisa, seus passos se aceleravam, ao longe avistou a pensão.Sentiu o vento gélido tocar seu rosto como um chicote, se antes estava triste, agora estava com apreensiva, a rua estava pouco iluminada e seu extinto a alertava o som dos passos se tornou mais autivel e próximo, uma voz chamou seu nome, ela reconhecia a voz, parou e se virou, seus olhos cruzaram com o deles enquanto dizia: 

―Rhiannon... Podemos conversar? 

O Medo desapareceu a voz pertencia a Lucian. Surgiu uma ansiedade, pois não sabia como se comportar depois do que havia ocorrido no bar. Ele poderia ser perigoso, talvez mais perigoso que o vampiro que estava com ela, mas por alguma razão Rhiannon não acreditava nisso mesmo que tenha visto o brilho estranho de seus olhos no bar.

- Claro...—Disse enquanto ele se aproximava dela.
Chegou muito perto, isso a surpreendeu um pouco e a fez se questionar sobre quão rápido e silencioso ele poderia ser, o calor de seu corpo a deixava inquieta, seu rosto corou no mesmo instante ao pensar no quão quente poderia ficar apenas por esta perto dele. 

― Deixo bem claro que não sou uma traficante ou algo do tipo – disse sorrindo sem jeito mais desviando os olhos.

As pessoas caminhavam longe de onde eles estavam, poucas luzes iluminavam as ruas, a noite cobria grande parte do caminho, a brisa soprou algumas arvores perto do parque, Lucian tinha uma expressão seria, mesmo ele não tento feito nada de mal mesmo com a oportunidade perfeita para isso, então porque ele faria isso agora... Não tem nenhum motivo, ou tem?

Seus olhos se focavam nos olhos de Rhiannon como se tivesse medo que algo lhe escapasse se apenas piscasse, a aura dele oscilava agora não era apenas brilhante mais intensa, e feroz, isso poderia significar um perigo irremediável, ele se aproximou mais seu hálito era quente e refrescante ao mesmo tempo, poucos centímetros os separavam ela podia ouvir alto e bom som as batidas de seu coração;

― Deseja conversar onde? Aqui fora ou na pensão.
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MensagemAssunto: Re: GRÃ- BRETANHA   GRÃ- BRETANHA - Página 2 Empty

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